Quadro Flauta
A coleção Quadro Flauta reúne silhuetas absorvidas pelo próprio sopro: músicos ao crepúsculo, flautistas boémios ou marinheiros solitários, todos captados nesse instante suspenso em que a música parece colorir o próprio ar. Entre luzes douradas, céus incendiados e salpicos de aguarela, estes quadros Flauta compõem um universo contemplativo, quase meditativo. Um convite a pendurar em casa esse sopro silencioso que atravessa a tela.
Quadro Flautista vermelha e branca de cabelo dourado - Sopro intenso - Edição Flauta242,90 €
Quadro Flautista na falésia ao pôr do sol - Melodia de frente para o oceano - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista boémio violeta e dourado sob cortinado - Comunhão melódica - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista cor-de-rosa e verde junto às garças - Voo melódico - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista dourado numa plataforma de estação enevoada - Nota suspensa - Edição Flauta273,90 €
Quadro Marinheiro a tocar flauta ao pôr do sol - Canto do Largo - Edição Flauta273,90 €
Quadro Musicista com pétalas cor-de-rosa e douradas - Melodia primaveril - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautistas dourados sobre crista esmeralda - Duo perante o amanhecer - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista sentado dominando uma cidade oriental - Melodia do crepúsculo - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista Loira em Vermelho e Preto - Sopro Musical - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista diante do oceano turquesa alaranjado - Melodia da praia - Edição Flauta273,90 €
Quadro Trio Músico azul-marinho e laranja pôr do sol - Harmonia nómada - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautista num campo dourado ao pôr do sol - Melodia da tarde - Edição Flauta273,90 €
Quadro Flautistas dourados de véus esmeralda - Sopro partilhado - Edição Flauta228,90 €
Da mesma família
Explore também o tema Música
-
Acordeão26
obras
-
Bateria 40
obras
-
Canto33
obras
-
Clarinete3
obras
-
Contrabaixo28
obras
-
Gaita13
obras
-
Disco51
obras
-
Discoteca26
obras
-
DJ66
obras
-
Eletro27
obras
-
Festival de música11
obras
-
Flauta de Pan20
obras
-
Funk13
obras
-
Guitarra108
obras
-
Handpan20
obras
-
Harmónica3
obras
-
Harpa18
obras
-
Hip hop old school40
obras
-
Jazz8
obras
-
Jukebox12
obras
-
Músico Diverso61
obras
-
Nota musical21
obras
-
Ópera23
obras
-
Orquestra6
obras
-
Piano295
obras
-
Punk35
obras
-
Reggae13
obras
-
Rock48
obras
-
Saxofone64
obras
-
Sitar15
obras
-
Sonorização3
obras
-
Estrela da música66
obras
-
Tambor9
obras
-
Trombeta14
obras
-
Tuba4
obras
-
Trombone2
obras
-
Ukulele41
obras
-
Vibrafone1
obra
-
Violino237
obras
-
Violoncelo56
obras
-
Vinil43
obras
Tudo sobre Quadro Flauta
- Apresentação Quadro Flauta
- O sopro tornado visível
- Luzes do fim do dia
- Retratos de um gesto solitário
A coleção Quadro Flauta reúne cenas em que a música se torna silêncio visível: um marinheiro ao largo, uma flautista sob um reposteiro dourado, um músico sentado à beira de uma cidade adormecida. Cada tela capta o momento preciso em que o sopro se torna gesto, em que os olhos se fecham e o mundo à volta parece abrandar para ouvir.
O que une estes quadros Flauta, para além das cenas e dos cenários, é uma paleta comum de luzes crepusculares e salpicos de aguarela, uma forma de pintar o som sem nunca o mostrar verdadeiramente. Os escorridos, os salpicos e os drapejados em movimento traduzem uma energia contida, a de um instante que não voltará.
Esta coleção dirige-se a quem procura, mais do que uma cena decorativa, uma presença serena: um sopro suspenso pendurado na parede, um convite a abrandar. Adequa-se a interiores que buscam uma tonalidade quente e meditativa, onde a música é um pretexto para a contemplação e não um simples motivo.
Seja numa sala de estar, numa entrada ou num escritório, estes quadros Flauta trazem uma pausa particular: a de um gesto humano universal, o sopro transformado em melodia, captado aqui em toda a sua fragilidade pictórica.
Como é que estes quadros Flauta pintam um som que não se pode ver?
Porque é que estas silhuetas fecham sempre os olhos?
Na maioria dos quadros Flauta desta coleção, os músicos tocam de pálpebras cerradas, alheados do mundo exterior. Esta escolha recorrente não é inocente: fechar os olhos para melhor ouvir é um gesto universal, o que sinaliza a absorção total no instante presente. Pintar este pormenor equivale a mostrar o invisível, sugerir que a música se toca tanto no interior como no exterior do corpo. Pendurada em casa, esta atitude de recolhimento lembra que um interior não precisa de ruído para ser habitado: pode sê-lo por uma tensão silenciosa, uma presença que se basta a si mesma.
De onde vem esta matéria salpicada que cobre as silhuetas?
A técnica da aguarela em escorridos, visível em grande parte destes quadros Flauta, tem origem numa tradição pictórica em que o acaso do pigmento que se espalha imita a imprevisibilidade do som. Uma nota musical nunca se controla totalmente depois de tocada: propaga-se e transforma-se; o escorrido de tinta reproduz esse mesmo princípio de expansão incontrolada. Esta escolha técnica dá a cada silhueta uma textura viva, quase a dissolver-se no ar que a rodeia, e confere à divisão onde está pendurada uma vibração contínua em vez de uma imagem fixa.
Porque é que o vento atravessa quase sempre estas composições?
Cabelos soltos, drapejados levantados, véus ondulantes: o vento é um motivo omnipresente nestes quadros Flauta, e não é decorativo. A flauta é por excelência um instrumento de sopro, nascido da circulação do ar, e os pintores desta coleção procuraram fazer entrar essa circulação na própria imagem. O tecido que voa, a madeixa que escapa, são apenas o prolongamento visível do sopro do músico. Esta escolha confere a estas telas um movimento perpétuo que anima uma parede sem nunca se tornar agitado, uma respiração em vez de uma agitação.
Porque é que o crepúsculo domina a paleta destes quadros Flauta?
O que significa este sol que regressa em quase todas as cenas?
Um sol baixo, alaranjado, por vezes reduzido a um simples disco branco no horizonte: esta presença constante nos quadros Flauta da coleção não é um acaso de composição. O crepúsculo está tradicionalmente associado ao momento de repouso, ao fim do trabalho, ao instante em que a música pode finalmente elevar-se sem urgência. Tocar flauta ao pôr do sol é marcar uma pausa no tempo, encerrar um dia com um gesto gratuito e belo. Esta luz dourada, reproduzida de tela em tela, instala numa divisão uma tonalidade quente e serena, propícia ao abrandamento e não à agitação.
Porque é que estes tons dourados e alaranjados voltam tanto?
A dominante cromática destes quadros Flauta, entre ouro, ocre e laranja queimado, evoca diretamente o calor do último sol antes da noite. Estas tonalidades têm um efeito fisiológico documentado: abrandam o ritmo percebido e convidam à contemplação em vez da ação. Associadas à figura do músico absorvido no seu jogo, reforçam a sensação de tempo suspenso. Um interior que acolhe estas cores ganha um calor particular, menos luminoso que uma iluminação direta, mais envolvente, como banhado pelo fim de um dia de verão.
Este céu que se rasga em nuvens purpúreas, o que é que conta?
Vários quadros Flauta desta coleção mostram um céu tumultuoso, atravessado por nuvens violeta ou carmesim, longe de um crepúsculo pacífico e uniforme. Esta dramatização do céu acompanha frequentemente as figuras mais solitárias, como o marinheiro ao largo ou o músico isolado diante de uma cidade. O céu agitado torna-se então o reflexo de uma interioridade densa, de uma emoção que ultrapassa a calma aparente do gesto musical. Pendurar uma cena assim é escolher uma obra que não se limita a acalmar, mas que também narra uma tensão interior, uma profundidade para além da simples serenidade.
Quem são as figuras que os quadros Flauta escolhem representar?
Porque é que estes músicos estão quase sempre sozinhos ou afastados?
Quer se trate de um marinheiro na proa de um barco ou de um homem sentado à beira de um muro que domina uma cidade, os quadros Flauta desta coleção privilegiam figuras isoladas, à margem de um cenário mais vasto. Esta solidão não é ausência mas uma escolha de encenação: coloca o espectador diante de um instante íntimo, quase furtado, em que a música não se destina a mais ninguém senão a quem a toca. Este tipo de representação adequa-se sobretudo a espaços de retiro na casa, aqueles onde se procura mais o silêncio do que a companhia, um canto de leitura ou um escritório pessoal.
O que muda com a presença de um grupo em vez de uma figura isolada?
Ao contrário das cenas solitárias, alguns quadros Flauta reúnem vários músicos, por vezes um círculo inteiro sob um reposteiro, por vezes um trio disperso num estilo próximo da aguarela em explosão. Esta encenação coletiva evoca outro uso do instrumento: já não a meditação individual, mas a partilha, a festa, a reunião em torno de um som comum. A escolha entre uma figura só e um grupo altera profundamente a tonalidade de uma divisão, entre intimidade recolhida e energia convivial, e permite orientar a coleção para usos muito diferentes consoante o espaço a decorar.
Porque é que as roupas contam tanto como os rostos nestas cenas?
Vestido de linho, camisa branca aberta, xaile de padrões terra: os drapejados ocupam um lugar considerável nos quadros Flauta, por vezes quase mais do que os próprios rostos. Esta escolha pictórica acentua o movimento do corpo absorvido pelo jogo musical, sendo os tecidos o prolongamento visível do sopro e do gesto. Esta atenção dada à matéria têxtil, tratada por pinceladas largas ou por escorridos, confere a cada silhueta uma presença quase escultórica apesar da ausência de contornos nítidos, e dá a estas obras uma textura que continua perceptível mesmo à distância, num corredor ou numa sala atravessada rapidamente.
FAQ sobre quadro flauta
Porque é que a flauta surge tantas vezes como tema pictórico e não outro instrumento?
A flauta é um dos mais antigos instrumentos de sopro conhecidos, associada desde a Antiguidade a usos pastoris e meditativos mais do que festivos. Evoca um som puro, próximo do sopro humano, o que a torna um tema privilegiado para pintar a interioridade e o recolhimento em vez da exuberância de uma orquestra ou de uma banda.
Estes quadros Flauta são adequados a uma divisão onde se procura calma em vez de animação?
Sim, a maioria das cenas privilegia figuras isoladas, de olhos fechados, numa luz de fim de dia. Esta tonalidade recolhida adequa-se sobretudo a quartos, escritórios ou cantos de leitura, onde se procura uma presença serena em vez de um ponto de atração animado ou visualmente ruidoso.
Qual é a diferença entre uma cena de músico solitário e uma cena de grupo nesta coleção?
O músico sozinho cria uma atmosfera introspetiva, propícia ao retiro e ao devaneio. A cena de grupo, com vários instrumentos ou um círculo de figuras, traz pelo contrário uma energia partilhada e convivial. A escolha depende do uso pretendido: intimidade silenciosa ou vivacidade coletiva na divisão.









































